O Ministério do Interior do Reino Unido confirmou em 26 de maio que cidadãos sul-africanos poderão permanecer sem visto por 90 dias a partir de 1º de julho de 2026. Autoridades citaram o fortalecimento dos laços econômicos após o acordo comercial entre Reino Unido e África do Sul assinado em abril. A mudança substitui a exigência anterior de visto de 180 dias para a maioria dos visitantes.
Os solicitantes ainda precisam preencher um formulário ETA online pelo menos 72 horas antes da partida. O processamento leva menos de 48 horas e custa £10. Estadias excessivas resultarão em banimento automático de entrada por três anos.
Viajantes a negócios de Joanesburgo e Cidade do Cabo receberam bem a medida. Voos diretos da British Airways e Virgin Atlantic devem registrar aumento de 15% nas reservas neste verão. Órgãos de turismo de ambos os países estão lançando campanhas de marketing conjuntas.
Oficiais da Border Force em Heathrow e Manchester receberão treinamento atualizado até 15 de junho. Famílias que planejam viagens europeias com múltiplos destinos devem verificar as regras de voos de conexão com as companhias aéreas. A política vigorará até dezembro de 2028, quando será revisada.
Agências de viagens relatam aumento precoce nas reservas de pacotes para Londres e Edimburgo. Portadores de passaporte sul-africano antes precisavam solicitar vistos de visitante que custavam £95. O novo sistema elimina essa barreira financeira para estadias curtas.
Autoridades alertam que antecedentes criminais ou violações anteriores de imigração ainda exigem autorização separada. Nômades digitais podem solicitar o novo visto de trabalhador remoto do Reino Unido caso as estadias excedam 90 dias. Orientações completas estarão disponíveis no site gov.uk a partir de 1º de junho.
Analistas do setor preveem liberalizações semelhantes de vistos com outras nações da Commonwealth até 2027. Viajantes sul-africanos devem monitorar anúncios das companhias aéreas sobre eventuais declarações de saúde ainda em vigor.
