O primeiro-ministro Christopher Luxon inaugurou o Centro de Visitantes de Milford Sound reformado em 28 de maio de 2026, após dois anos de obras. O projeto de NZ$ 48 milhões adicionou 1.200 metros quadrados de espaço expositivo focado na conservação marinha. Sensores em tempo real agora rastreiam chuvas, níveis de maré e movimentos da vida selvagem.
A capacidade diária sobe de 3.200 para 4.500 visitantes, com horários de entrada programados. Novos ônibus elétricos reduzem as emissões rodoviárias em 60%. Todas as reservas devem ser feitas online com pelo menos 24 horas de antecedência.
Operadores de turismo internacional relatam forte interesse de passageiros de cruzeiros que atracam em Port Chalmers. O centro oferece guias de áudio multilíngues em mandarim, espanhol, alemão e francês. Programas educacionais visam grupos escolares de toda a Ilha Sul.
Empresas de tours de helicóptero e barco receberam novas permissões de operação vinculadas a padrões ambientais. Sistemas de gestão de resíduos agora reciclam 92% do lixo dos visitantes. Guardas realizam briefings horários sobre trilhas seguras durante horários de pico.
As taxas de entrada permanecem em NZ$ 12 para adultos e NZ$ 6 para crianças. Passes anuais para residentes da Nova Zelândia custam NZ$ 45. O centro funciona diariamente das 7h às 19h durante os meses de verão.
Fechamentos relacionados ao clima caíram 35% graças à tecnologia de previsão aprimorada. Visitantes recebem notificações push sobre chuvas repentinas ou riscos de avalanche. O projeto criou 85 empregos permanentes na remota região de Fiordland.
Autoridades esperam 1,2 milhão de visitantes no primeiro ano completo de operação. Nova expansão do observatório subaquático está prevista para 2028. Viajantes devem reservar cruzeiros de barco populares com pelo menos duas semanas de antecedência entre dezembro e fevereiro.
